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Publicado em: 14/11/2018 - 17h23 Atualizado em: 14/11/2018 - 18h20 Tags: GEVID, Dia do Diates

Aferição de glicose é realizada no TJPB no Dia Mundial do Diabetes 

Em uma hora e meia de atendimentos, a equipe da Gerência de Qualidade de Vida, vinculada à Diretoria de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça da Paraíba, verificou a taxa de glicose de 56 servidores do Anexo Administrativo, numa ação de enfrentamento e conscientização em virtude do Dia Mundial de controle do Diabetes, celebrado nesta quarta-feira (14). A ação foi realizada durante toda a tarde, no andar térreo do Anexo.

De acordo com a enfermeira do setor, Luzimar Abrantes, quando são verificadas taxas acima do recomendável, há o devido encaminhamento para o setor médico do TJPB, para que seja feita a requisição de exames mais precisos. “Quando há um indicativo de diabetes, é importante que sejam feitas as orientações sobre alimentação adequada, necessidade de atividade física e esclarecimento sobre como se cuidar. Estamos, também, entregando panfletos com estas informações. Má alimentação e sedentarismo ainda são as causas mais frequentes para alterações nos níveis de glicose”, revelou a enfermeira.

A funcionária Márcia Roberta Ferreira da Silva convive com Diabetes tipo 2 há cerca de cinco anos. Ela fez a aferição, apenas para controle da glicemia. Para ela, é possível conviver bem com a doença. “Desde que comecei a tomar os remédios recomendados, vi que era possível ter uma vida normal, apesar de algumas restrições alimentares. Só que é preciso fazer o acompanhamento”, disse.

O Diabetes pode se manifestar em pessoas de todas as idades e ocorre quando o corpo não fabrica a insulina – hormônio que metaboliza a glicose/açúcar no corpo para a produção de energia  – ou quando a insulina é insuficiente no organismo. 

Existem três tipos de Diabetes: o tipo 1 é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens. Neste caso, o próprio corpo destrói as células que produzem a insulina fazendo com que a glicose aumente no sangue. Já o tipo 2 representa 90% dos casos e está relacionado a determinados fatores de riscos, como excesso de peso, sedentarismo, obesidade, genética, idade, pressão alta, diabetes gestacional, entre outros. Neste tipo, o corpo ainda produz a insulina, mas de forma insuficiente ou o organismo não a aproveita da forma adequada. Por último, há o diabetes gestacional, que costuma desaparecer após o parto.

O diagnóstico é feito a partir de exames de glicemia, em jejum, e Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG). Os principais sintomas são: fome e sede excessivas, aumento da urina, perda de peso sem causa específica, fraqueza, visão embaraçada, dificuldade de cicatrização. Algumas pessoas não apresentam sintomas, por isso é importante realizar exames preventivos de rotina, conforme recomendação da Federação Internacional de Diabetes e da Sociedade Brasileira de Diabetes. 

Por Gabriela Parente (com informações do www.diabetes.org.br)

 

 

 

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