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Publicado em: 17/04/2019 - 15h50 Atualizado em: 17/04/2019 - 15h50 Tags: Teletrabalho

Comissão Gestora do Teletrabalho do TJPB discute parâmetros de aferição da produtividade 

Definir parâmetros para a aferição da produtividade dos servidores que atuam no sistema de Teletrabalho. Esta foi a pauta de uma reunião envolvendo o desembargador João Benedito da Silva, presidente da Comissão do Teletrabalho; os magistrados Meales Melo e José Herbert Luna, auxiliares da Presidência e da Vice, respectivamente; José Teixeira de Carvalho Neto, diretor de Tecnologia da Informação; Ney Robson, gerente de Sistemas; e os servidores do Fórum Cível da Capital, Renata Ercília, coordenadora dos Cartórios Unificados de Família, Paulo Glicério, chefe do Cartório da 4ª Vara da Fazenda Pública, e Assis Medeiros, chefe da 4ª Vara Cível. O encontro aconteceu na manhã desta quarta-feira (17), na Sala Branca do Anexo Administrativo do Tribunal de Justiça da Paraíba.

“Nós precisávamos estabelecer e fixar formas de mensuração da produtividade dos servidores que atuam sob o regime de Teletrabalho”, informou o desembargador João Benedito, explicando que a Comissão Gestora avalia, a cada três meses, o desempenho desses funcionários, bem como, as unidades de competência: Família, Cível e Fazenda, tendo como objetivo analisar o aspecto da produtividade. 

O desembargador-gestor explicou que para a aferição dos trabalhos é necessário acompanhar a movimentação processual (arquivo de processo, expedição de mandado, conclusão do processo, dentre outras) de cada servidor, atribuindo valores avaliativos.  “A cada movimento desse, nós devemos atribuir um peso, dependendo da complexidade e da importância dessa movimentação, para então, avaliarmos a produtividade”, realçou.

Participação dos servidores – João Benedito informou que, na condição de presidente da Comissão Gestora do Teletrabalho, solicitou à Vice-Presidência a presença, na reunião, de representantes dos servidores que trabalham nos cartórios diretamente com a matéria. “Eles irão nos auxiliar a chegarmos a uma resolução sobre a aferição da produtividade”, finalizou.

A analista judiciária, Renata Ercília, que coordena os Cartórios Unificados de Família da Capital, analisou como crucial e positiva a participação dos servidores na reunião. “Da maneira como está instituído o Teletrabalho hoje, o servidor, que faz um ato mais complexo, não tem como aferir isso. Às vezes uma conclusão, que é um ato simples, conta como uma precatória, uma carta rogatória, um ato que demanda mais tempo e trabalho. Essa aferição será muito interessante para poder mensurar o trabalho real do servidor”, salientou.

Já para Assis Medeiros, chefe do Cartório da 4ª Vara Cível de João Pessoa, o encontro foi de grande valia, por conta da parametrização de cada ato processual. “A finalidade de estarmos aqui é, justamente, fazer com que cada coisa entre dentro da sua realidade. Diante disso, ganha o jurisdicionado, com a tramitação processual mais rápida, e o Tribunal, por favorecer a finalização de cada processo”, pontuou.

Segundo Paulo Glicério, chefe do Cartório da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital, que terá em breve o Sistema do Teletrabalho, foi muito válida a intenção do Tribunal de Justiça em convidar os servidores para a reunião. “Foi muito importante, porque nós dialogamos sobre os pontos do Teletrabalho a serem avaliados pelo servidor”, disse.

Por Lila Santos

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