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Publicado em: 16/06/2022 - 11h39 Atualizado em: 17/06/2022 - 11h44 Tags: Desembargador Marcos Cavalcanti vai lançar o romance 'Gurguri' e a novela 'A Botija'

Desembargador Marcos Cavalcanti vai lançar o romance 'Gurguri' e a novela 'A Botija'

Foto do desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque
Desembargador Marcos Cavalcanti

O presidente da Comissão de Cultura e Memória do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, vai lançar, neste sábado (18), dois livros: o romance 'Gurguri' e a novela 'A Botija -Tristão e Angélica'. O lançamento das obras ocorrerá às 10h, na Livraria do Luiz, no Centro de João Pessoa.

O romance 'Gurguri' é a segunda obra do escritor nesse gênero literário. O livro tem semelhança com ‘Meus Verdes Anos,’ do paraibano José Lins do Rêgo, e com ‘Fretana’, de Carlos Dias Fernandes. A obra é autobiográfica, conta de forma romanceada a vida na cidade de Mamanguape, terra onde nasceu o Desembargador Marcos Cavalcanti, no século XX, com histórias engraçadas e culturais da região, estando no centro dos acontecimentos o autor na sua infância e juventude com seus pais, os oito irmãos e demais familiares.

“O título Gurguri é o nome da propriedade rural dos meus pais, onde passei minha infância e de onde guardo grandes recordações”, disse o escritor.

O outro livro é a novela intitulada 'A Botija -Tristão e Angélica'. A obra é uma mistura de realidade e ficção, bem como é a primeira novela escrita pelo magistrado. O caso real é uma botija que o premiado

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ganhou e, por medo dos espíritos e também para a botija não se encantar, convidou um pai de santo para ajudar a arrancar e dividir com ele o ouro, mas o pai de santo enganou o agricultor dono da botija e ficou com o todo o ouro e lhe entregou o caixote cheio de pedra e carvão.

O caso foi parar na delegacia de Itapororoca, e depois do inquérito que virou processo foi parar nas mãos do promotor de Justiça e do juiz de Mamanguape. “Daí tem a ficção do namoro de Tristão com Angélica, que os pais não aceitavam porque ele era pobre e ela rica, o que se pensou que a riqueza da Botija do pai de Tristão iria resolver, mas houve a frustração do encantamento da botija”, conta o autor.

Preta Gertrudes - O primeiro romance do Desembargador Marcos Cavalcanti, ‘A Preta Gertrudes’, foi adaptado para o teatro. A obra histórico-jurídica retrata a batalha judicial da paraibana escravizada e alforriada, para evitar que fosse vendida ilegalmente em praça pública, como pagamento de uma dívida. O fato aconteceu no século XIX, em Paraíba do Norte (João Pessoa).

Por Marcus Vinícius

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