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Publicado em: 31/10/2018 - 19h01 Atualizado em: 31/10/2018 - 18h42 Tags: Computadores

Mais de 200 computadores estão sendo cedidos pelo TJPB a outros órgãos 

O Tribunal de Justiça da Paraíba está dando continuidade ao programa de cessão de uso de computadores, por meio do qual mais de 200 máquinas estão sendo cedidas a outros órgãos e instituições. De acordo com o gerente de Atendimento da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) do TJPB, Gilson de Souza Melo, a doação foi iniciada há cerca de dois meses e já beneficiou a Corregedoria de Segurança Pública e a ONG Missão Restauração, ambas na Capital. Mais uma entrega de computadores está prevista para a próxima semana.

Gilson Melo explicou que a medida está regulamentada por meio de resoluções editadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo próprio Tribunal de Justiça da Paraíba, que classificam, também, a situação dos equipamentos. “Dentro da classificação prevista, estas máquinas estão caracterizadas como ‘inservíveis’ para uso pelo Judiciário, pois já não preenchem os requisitos para bom funcionamento do Processo Judicial eletrônico (PJe), mas apresentam bom desempenho para atender às necessidades de outros órgãos”, explicou.

Segundo Gilson, serão contempladas escolas da rede municipal de ensino, uma maternidade e órgãos da Administração Penitenciária do Estado, conforme Processos Administrativos já deferidos e cessões, devidamente, autorizadas. 

O gerente revelou que a doação de computadores já era uma medida em funcionamento no TJPB, que também se beneficia por receber máquinas de outros órgãos. E acrescentou que o procedimento ganhou mais celeridade, pois, agora, com a cessão de uso, o trâmite é mais rápido, assim como o desfazimento dos bens. “Quando uma instituição requer a cessão do computador, as máquinas são entregues e, só após um determinado período, o bem é incorporado ao patrimônio do órgão beneficiado e o TJ dá baixa. Com isso, há um melhor aproveitamento das máquinas”, declarou.

Outra vantagem elencada pelo gerente diz respeito à preocupação ambiental e à diminuição do lixo eletrônico. “Com mais rapidez na cessão, as máquinas não ficam obsoletas, o que permite um melhor reaproveitamento dos equipamentos, evitando, assim, o desperdício e o acúmulo de lixo eletrônico”, pontuou.

Por Gabriela Parente

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