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Publicado em: 12/08/2020 - 12h40

Pleno aprova votos de pesar à desembargadora Nevita, servidores do TJPB, médicos e político

Na abertura da 12ª sessão ordinária judicial do Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, na manhã desta quarta-feira (12), o colegiado aprovou, por unanimidade, votos de pesar pelos falecimentos da desembargadora Maria das Neves do Egito Duda Ferreira (Nevita), dos servidores Durval Derly e Raquel de Brito Ramos, dos médicos Marco Aurélio Barros e Alírio Batista de Souza, além do político Antônio Coutinho Madruga. 

A propositura dos votos de pesar para a desembargadora, aos servidores e aos médicos foi do presidente do Poder Judiciário estadual, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos. O desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque fez a moção de pesar pelo falecimento de Antônio Coutinho. 

Para o presidente do TJPB, a desembargadora Maria das Neves foi uma guerreira e tinha vocação para atividade de juíza da Vara de Execução Penal. “O que marcou a sua vida, principalmente, foi a dedicação ao Poder Judiciário”, afirmou o desembargador Márcio Murilo. Em seguida, os desembargadores Saulo Benevides, Marcos Cavalcanti, Joás de Brito, Carlos Beltrão e José Ricardo Porto enfatizaram, em suas falas, que a desembargadora Nevita deixa uma grande lacuna à magistratura paraibana, ressaltando a sua preocupação com as causas sociais.
    
A desembargadora Nevita faleceu aos 73 anos de idade, no dia 22 de julho, em decorrência de complicações renais. O TJPB decretou luto oficial por três dias.

Quanto ao médico Marco Aurélio, o desembargador Márcio Murilo ressaltou que ele era conhecido não só da sua família, mas, também, de toda a família paraibana. “Infelizmente, foi vencido pelo coronavírus em plena atividade laboral”, disse o presidente, ao propor a moção. O cardiologista, que tinha 85 anos, foi vítima da Covid-19 no início deste mês. Ele foi um dos fundadores do Hospital Samaritano, unidade hospitalar particular da Capital.

Já o ginecologista Alírio Batista faleceu no mês de julho. O médico era especialista em Medicina Legal e Perícia Médica. “Dr. Alírio Batista era pai da nossa amiga e juíza Giuliana Madruga, bem como tinha uma linguagem própria de se comunicar com os seus alunos e amigos”, disse o desembargador Márcio Murilo.

Na ocasião, o Pleno aprovou, ainda, voto de pesar pelo falecimento do servidor Durval Derly, que veio a óbito na semana passada. Durval era lotado no setor de Transporte do TJPB, onde trabalhou diretamente como motorista para os desembargadores Archimedes Souto Maior, João Antônio de Moura, Saulo Benevides, entre outros. “Era um ser humano excepcional e exerceu sua atividade de corpo e alma”, enfatizou o presidente.

Para o desembargador Saulo Benevides, Durval Derly era um grande ser humano, muito educado e tinha uma sensibilidade com a natureza. “Fiquei bastante sentido com sua partida”, afirmou.

A servidora aposentada Raquel Ramos trabalhou no Fórum Cível da Comarca da Capital. “Foi uma servidora que se dedicou por muitos anos, de corpo e alma, a esta instituição”, disse o desembargador Márcio.

A última homenagem do colegiado foi para Antônio Coutinho Madruga. O agropecuarista, que foi vice-prefeito de Jacaraú, faleceu aos 93 anos de idade. Ele era sogro do desembargador José Aurélio da Cruz.

Por Marcus Vinícius/Gecom-TJPB

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