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Publicado em: 26/05/2022 - 12h37 Tags: Clodoaldo Oliveira Pessoa, assassinato em Pedras de Fogo

Réu preso em SP por homicídio praticado em Pedras de Fogo será levado a Júri Popular

Na próxima terça-feira (31), a juíza titular da Vara Única da Comarca de Pedras de Fogo, Higyna Josita Simões de Almeida, vai presidir o julgamento do réu Francielmo Éder da Silva. Ele foi pronunciado por participação no homicídio de Clodoaldo Oliveira Pessoa, na zona rural daquele Município, em julho de 2018. O réu foi preso no dia 13 de agosto de 2019, na cidade de Bragança Paulista, em São Paulo. A prisão foi realizada por meio de uma ação conjunta entre as Polícias Civil da Paraíba e de São Paulo.

De acordo com os autos, existiu um conluio criminoso com o objetivo de assassinar Clodoaldo Oliveira Pessoa Filho. O que foi concretizado. O corpo da vítima foi encontrado na manhã do dia 17 de julho de 2018, nas terras da Fazenda Mumbaba, nas proximidades do Assentamento Arcanjo Belarmino, do Movimento Sem-Terra (MST). Ainda segundo o processo, Francielmo Éder da Silva é o segundo suspeito de ter participado do homicídio.

Narra a denúncia do Ministério Público que no dia 10 de julho de 2018 a vítima saiu de casa, com objetivo de vender uma motocicleta Honda/Bros, tendo entrado em contato com sua esposa por volta das 15h, informando que já havia vendido a motocicleta e iria retornar à sua residência. Nos autos, há a informação que a última vez que a Clodoaldo Oliveira realizou a visualização no aplicativo de mensagens WhatsApp foi por volta das 21h45, não havendo mais contato com a família.

O corpo da vítima foi encontrado em avançado estado de putrefação, em um local corriqueiramente utilizado para desova de cadáveres, em Pedras de Fogo. Com o andamento das investigações, o celular da vítima foi encontrado com Diego Alves Matias. Segundo as declarações de Diego, a participação dele se restringiu a realizar serviços de transporte alternativo para a vítima e Francielmo, tendo posteriormente comprado o celular das mãos de Francielmo.

O réu havia tomado rumo ignorado em novembro de 2018, quando Diego Alves da Silva, foi preso temporariamente em Pedras de Fogo, tendo sua prisão convertida em preventiva posteriormente.

Por Fernando Patriota

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