Juízas de Campina Grande recebem Medalha Epitácio Pessoa por atuação na violência doméstica
Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à sociedade, as magistradas do Tribunal de Justiça da Paraíba, Rosimeire Ventura Leite e Flávia de Souza Baptista, que atuam no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Campina Grande, foram agraciadas com a Medalha Epitácio Pessoa, concedida pela Assembleia Legislativa da Paraíba.
A solenidade de entrega da honraria ocorreu na última quinta-feira (26), na sede da ALPB. A iniciativa foi proposta pelo deputado Fábio Ramalho. Estiveram presentes o desembargador Fred Coutinho, presidente do TJPB, o desembargador Horácio Ferreira de Melo Júnior, coordenador-geral do Nupemec, além da presidente da Associação das Esposas dos Magistrados e das Magistradas da Paraíba (AEMP), Nalva Coutinho.
A homenagem reconhece a atuação das magistradas na promoção de um Poder Judiciário célere, humanizado, responsável e acessível, voltado à construção da paz social, conforme destacou a Assembleia Legislativa. Também foram ressaltadas as ações desenvolvidas para a redução do acervo processual e o aprimoramento da prestação jurisdicional em uma área de extrema sensibilidade: a violência contra a mulher.
“Para mim, foi uma grande honra receber esta Medalha, que simboliza o reconhecimento do trabalho desenvolvido no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campina Grande. Esperamos, com isso, contribuir para o fortalecimento do Poder Judiciário e agradecemos a toda a equipe do juizado, que foi indispensável para essa conquista”, afirmou a juíza Rosimeire Ventura.
Para a magistrada Flávia de Souza Baptista, receber a Medalha Epitácio Pessoa, a maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Paraíba, representa um reconhecimento que vai além da dimensão individual, alcançando todos que, com dedicação e compromisso, integram o trabalho cotidiano da Justiça.
“O resultado obtido no Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Campina Grande é fruto de um esforço coletivo, por meio de audiências contínuas, mutirões, acolhimento humanizado às vítimas e trabalho integrado entre magistradas, servidores e equipes multidisciplinares. Acreditamos que cada processo resolvido representa uma vida protegida. Recebo esta honraria com profunda gratidão, reafirmando o compromisso com um Poder Judiciário célere, humanizado e intransigentemente voltado à promoção da paz social”, destacou.
Por Lila Santos com informações da ALPB

