Cehap doa terreno ao Poder Judiciário, em Mangabeira, para construção de Almoxarifado e Depósito Judicial
“Vim entregar a decisão do Conselho de Administração da Cehap que repassa um terreno para que o Tribunal de Justiça possa construir as suas dependências lá em Mangabeira, fazendo com que a Justiça tenha mais condições para que haja um serviço melhor para a população”, disse Emília Correia Lima, durante a audiência com a presidente Fátima Bezerra.
Ao falar sobre a doação do terreno pela Cehap, a desembargadora Fátima Bezerra afirmou que o Tribunal de Justiça poderá estabelecer uma política de contenção de custos e despesas a partir do momento que abrigará diversos departamentos do Poder Judiciário em um mesmo prédio. Atualmente, o Judiciário ocupa três imóveis alugados com Arquivo, Depósito e Almoxarifado, gastando com energia, água, segurança dos prédios, pessoas e com a própria locação desses imóveis.“A nossa visão de contenção de gastos e despesas é no sentido de termos o nosso próprio prédio, evitando locação, quando possível, e de concentrar as despesas de três serviços em um só. A partir do momento que nós concentrarmos essas três atividades em um só espaço físico, vamos ter uma economia de custo”, observou.
Quanto ao início da construção desse novo prédio do Poder Judiciário, a presidente da Corte de Justiça disse que talvez não consiga o resultado dessa ação na atual administração. Mas que o importante é saber que o Tribunal de Justiça não trabalha numa só gestão, mas tem um olhar continuado de gestão. “Eu estou aqui, neste momento, a presidir uma instituição e tenho que zelar para bem e progresso dessa instituição e para que os futuros gestores possam colher frutos de ações que nós estamos implantando no momento”, ressaltou.
Já o prédio onde atualmente funciona o Depósito Judicial, deverá ser transformado no Complexo da Infância e Juventude. “O próximo passo, inclusive já em sintonia com a mesa diretora e com os demais membros do Tribunal e até com os futuros e possíveis gestores, é no sentido de aproveitarmos o espaço em que hoje funciona o Depósito Judicial, no Bairro do José Américo, para levar um outro serviço à população, o Complexo com as Varas da Infância e Juventude. Isto vai ser mais cômodo para a população, pois é um bairro central e bem servido de transporte público”, disse a desembargadora.
Gecom – Eloise Elane





