Desembargadores Saulo Benevides e João Alves assumem a presidência e a vice do TRE-PB
A posse, que ocorreu no plenário do TRE-PB, foi prestigiada pela presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti; pelo vice-governador do Estado, Rômulo Gouveia; pelo prefeito da Capital, Luciano Cartaxo, entre outras autoridades.
“Com muita honra assumo a Presidência desta Egrégia Corte de Justiça Eleitoral, ciente da responsabilidade do cargo e dos desafios que terei de enfrentar. Tenho certeza que com a ajuda de Deus e da valiosa colaboração dos magistrados, servidores, da classe política e dos eleitores, as próximas eleições vão acontecer de forma tranquila, transparente e com a aplicação correta da legislação eleitoral”, ressaltou Saulo Benevides.
O empossado garantiu ainda que o 'diálogo', será a regra. “As portas do meu gabinete estarão sempre abertas para todos que queiram relatar fatos, problemas e colaborar com o aperfeiçoamento do processo eleitoral, do mais humilde eleitor aos detentores de mandatos ou cargos públicos, colegas magistrados, membros do Ministério Público Estadual”, afirmou.
A Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargadora Fátima Bezerra Cavalcante, ao falar sobre a posse dos novos membros da Corte Eleitoral, disse tratar-se de companheiros de luta, juízes de carreira e que já participaram de vários pleitos eleitorais no decorrer de toda a sua função judicante. “São pessoas maduras, experientes e aptas para prestar um bom trabalho, principalmente, neste ano que é eleitoral”, ressaltou a desembargadora. Já o desembargador João Alves da Silva, membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, enfatizou por ocasião de sua posse como vice-presidente da corte de eleitoral que as expectativas são de muito trabalho, por estar diante de um período de pré e pós-eleições. “O povo tem todo o direito de participar de uma eleição limpa e de um processo eleitoral sem ilicitudes. Como julgadores, temos o dever de fazer com que a vontade do eleitor seja respeitada nas urnas”, argumentou o magistrado.Ele acrescentou, ainda, ao falar das suas expectativas no cargo, que pretende trabalhar para que o processo eleitoral seja o mais democrático possível e que a paridade de armas e de igualdade para os candidatos, para os partidos políticos e, favorecendo principalmente para que o eleitor seja o vencedor.
Por Clélia Toscano






