Diretora da ESMA encerra gestão com uma série de eventos
Uma série de eventos, na tarde desta segunda-feira (30), marcou o encerramento da gestão da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti à frente da diretoria da Escola Superior da Magistratura (ESMA). Na ocasião, a magistrada reinstalou a Galeria dos ex-diretores da instituição de ensino, fez a aposição das fotos dos últimos diretores, lançou o livro sobre a história dos 33 anos da Escola e entregou a ”Insígnia Chama do Saber” aos presidentes dos Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, respectivamente, desembargadores Marcos Cavalcanti e Rogério Fialho.
A nova Galeria de ex-diretores da ESMA está localizado no hall de entrada do prédio da instituição de ensino. De acordo com a desembargadora Fátima Bezerra, a reinstalação da galeria busca homenagear os desembargadores do Judiciário estadual que tanto contribuíram para o fortalecimento e crescimento da Escola, durante as suas três décadas.
Criada pela Resolução nº 05/1983 do Judiciário estadual, na gestão do desembargador-residente Almir Fonseca, a Escola ganhou importância e reconhecimento da comunidade jurídica e acadêmica na qualificação e aperfeiçoamento de magistrados e servidores.
O primeiro diretor foi o desembargador Manoel Taigy de Queiroz Melo (84/85). Em seguida vieram os desembargadores Miguel Levino de Oliveira Ramos (86/87), Mário Moura Rezende (88/92), Manoel Taigy de Queiroz Melo Filho (93/94), Plínio Leite Fontes (95/96), Rivando Bezerra Cavalcanti (97/98), Antônio de Pádua Lima Montenegro (99/00), Jorge Ribeiro Nóbrega (01/04) e Nilo Luís Ramalho Vieira (05/06).
Ainda foram dirigentes da ESMA, os desembargadores Carlos Antônio Coelho da Franca (08), Márcio Murilo da Cunha Ramos (09/10), Saulo Henriques de Sá e Benevides (11/12), Luiz Silvio Ramalho Júnior (13/14), Maria das Graças Morais Guedes (15/16) e Fátima Bezerra (16/17).
Em seguida, os desembargadores Marcos Cavalcanti e Rogério Fialho foram agraciados com a entrega do Diploma e Insígnia “Chama do Saber”. Na forma de uma Flor de Lótus, a insígnia ‘Chama do Saber’ é destinada a condecorar professores e palestrantes que tenham contribuído ou cooperado de forma significativa com os trabalhos desenvolvidos pela ESMA.“É uma honraria muito importante, que pertence a Escola da Magistratura, e eu como docente há muito anos, só posso me sentir feliz com esse título, que guardarei na minha memória com muita gratidão”, disse o presidente do TJPB.
O livro “ESMA 33 anos de disseminação do saber jurídico” é de autoria da desembargadora Fátima Bezerra. A obra, ao longo de suas 118 páginas, traz seis capítulos sobre a primeira escola da magistratura do Nordeste, sua estrutura organizacional, cursos, palestras, eventos, publicações e o currículos dos diretores, dentre outras.
“Essa iniciativa louvável lança luz para os dirigentes e interessados vindouros, visto que, aos que chegarem, certamente ficará a feliz sensação de direcionamento, de legado, de caminho que a instituição já percorrera até o presente momento”, afirmou a desembargadora Fátima.A solenidade contou, ainda, com a presença do ministro do Superior Tribunal Federal, Reinaldo Fonseca, do presidente eleito do TJPB, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, dos desembargadores José Ricardo Porto, (vice-presidente), Arnóbio Alves Teodósio (corregedor-geral de Justiça), Saulo Henriques de Sá e Benevides, Leandro dos Santos e José Aurélio da Cruz, do diretor-adjunto da ESMA, juiz Ricardo Vital de Almeida, da presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba, juíza Maria Aparecida Gadelha, e servidores da Justiça.
Mudança – A partir da próxima quinta-feira (2), o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, toma posse na direção da Escola para o biênio 2017/2018. O evento ocorrerá, a partir das 19h30, na própria sede da instituição, em João Pessoa.
“Procurarei honrá-la e dar continuidade ao trabalho dos que me antecederam”, disse o desembargador Marcos Cavalcanti.
Por Marcus Vinícius














































