Pleno homenageia desembargador Seráphico da Nóbrega e vereador Pedro Coutinho
Ambos os homenageados tinham parentesco com o desembargador Fred Coutinho: o primeiro, primo por parte de pai, e o segundo, tio por parte de mãe.
Ao propôr os votos, o desembargador Joás ressaltou a amizade e a admiração que tinha com o vereador Pedro Coutinho, destacando que ele era “daquelas pessoas por quem todos tinham um bem querer”, por ser amável e “com olhos voltados para os mais necessitados”. Já sobre o desembargador Seráphico da Nóbrega, o presidente do TJPB falou sobre sua humildade e, também, da sua preocupação em atender bem os jurisdicionados, especialmente o povo mais carente. “A Paraíba ficou mais pobre com o falecimento desses dois grandes homens”, afirmou.
Vários magistrados se acostaram aos Votos de Pesar e destacaram o exemplo de vida deixado pelos homenageados. O desembargador Carlos Beltrão disse que teve a honra de trabalhar com o então juiz Seráphico da Nóbrega, na Comarca de Campina Grande, de quem recebeu muitos conselhos úteis.
O desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos disse que o desembargador falecido “tinha o dom da simplicidade e do altruísmo”, que não deixava as pessoas contrariadas e arrematou: “Foi-se um grande homem em estatura moral”. Por sua vez, a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes afirmou ter em Seráphico da Nóbrega a sua maior inspiração na carreira como magistrada. “Lamentei profundamente. Era um juiz do povo. Ele continuará vivo em mim”, disse.O desembargador Marcos Cavalcanti afirmou que a Paraíba sofreu duas grandes perdas, tanto na seara política quanto social. Disse que tanto o vereador Pedro Coutinho quanto o desembargador Seráphico eram pessoas humildes e preocupadas com os necessitados. Já Luis Silvio Ramalho Júnior lembrou que Seráphico da Nóbrega era muito amigo de seu pai em Santa Luzia. E que depois teve a honra de conviver com ele no TJPB.
Também se pronunciou sobre a morte dos homenageados a desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti. Ela disse que o desembargador Fred Coutinho era uma pessoa privilegiada porque “tinha uma família recheada de pessoas do bem”.
Para o magistrado Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, Pedro Coutinho tinha um sorriso largo e era voltado a assistência social. “Ele trabalhou ao lado de minha mãe na área social, quando o meu pai foi prefeito de João Pessoa”, disse Oswaldo.
Por sua vez, o desembargador Ricardo Porto contou que foi professor de Pedro Coutinho e disse que a morte do vereador deixou uma lacuna na política paraibana. Sobre Seráphico, disse ter conhecido desde a época em que atuou como advogado e que foi atendido sempre com muita cordialidade pelo então juiz. Depois, conviveu com o desembargador no Tribunal de Justiça.
Por fim, o desembargador Fred Coutinho agradeceu as homenagens póstumas às duas pessoas públicas e também parentes muito amados, primo e tio. Ele fez um relato sobre a vida de cada um.
Por Eloise Elane
DICOM/GECOM












