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Publicado em: 20/03/2013 - 20h19 Atualizado em: 22/03/2013 - 00h56

TJPB começa a alimentar Banco Nacional de Mandados de Prisão do CNJ

Os mandados de prisão expedidos na Paraíba já estão sendo cadastrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para isso, o Tribunal de Justiça da Paraíba construiu um sistema na Web capaz de permitir a implementação dessas informações, tendo como piloto a Comarca de Itabaiana que foi escolhida para ser a primeira a processar as informações.

O Banco de Dados do CNJ foi criado com a finalidade de centralizar todas as informações referentes a mandados de prisão emitidos por todas as unidades judiciárias do Brasil.

O diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Ney Robson, informou que o poder Judiciário tinha um programa de controle no sistema anterior dos mandados de prisão. No entanto, esse sistema não possuía algumas informações essenciais para a  alimentação do Banco nos moldes previstos pelo CNJ.

“A recomendação é que todos os mandados de prisão passem por uma reemissão, porque nós não tínhamos como resgatar informações anteriores, até porque essa informação anterior estava incompleta”, explicou.

Desde o início de 2012, qualquer cidadão pode consultar o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), que exibe nome, número de documento, qualificação e fotografia dos procurados. O BNMP está disponível no portal do Conselho Nacional de Justiça e centraliza os mandados dos Tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal, e dos Tribunais Regionais Federais.

Além de conferir transparência, o banco também facilita a execução dos mandados pelos operadores de segurança pública de todo país, pois o policial poderá imprimir o documento necessário para efetuar a prisão do procurado diretamente do site. A integração entre os tribunais e as forças policiais está agilizando os trâmites e permitindo o cumprimento dos mandados expedidos em estados diferentes.

O Banco Nacional de Mandado de Prisão pode ser consultado em qualquer local via web pelos órgãos que compõem o Sistema Judiciário, como o Ministério Público, Polícia Federal, Civil ou Militar. Esses órgãos podem colher informações sobre o cidadão que, por exemplo, cair numa blitz, e saber se o indivíduo tem ou não uma determinação judicial contra a sua liberdade.

Gecom – Eloise Elane/Valter Nogueira

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