Conteúdo Principal
Publicado em: 05/05/2021 - 20h15 Atualizado em: 07/05/2021 - 16h25 Comarca: Juazeirinho Tags: Comarca de Juazeirinho, Digitalização dos feitos criminais, pje

Comarca de Juazeirinho conclui digitalização dos feitos criminais e todo o acervo passa a tramitar no PJe

A Comarca de Juazeirinho concluiu a digitalização dos processos criminais físicos em tramitação na unidade. Ao todo, 1.878 feitos (sendo 982 cíveis e 896 criminais) foram digitalizados e estão inseridos do Processo Judicial eletrônico (PJe), o que vem permitindo a otimização dos serviços, conforme ressaltou a juíza Ivna Mozart Bezerra Soares, que está à frente da Vara Única e dos trabalhos que envolveram a virtualização processual local. 

“O processo de digitalização de feitos é custoso, trabalhoso e, sem dúvida, sacrifica o andamento regular da unidade jurisdicional. Entretanto, graças ao empenho de todos os servidores da unidade, incluindo estagiária e voluntária, realizamos tal transição, conservando satisfatórios índices de produtividade”, avaliou a magistrada, acrescentando que foram digitalizados todos os feitos que se encontravam no 1º Grau, remanescendo alguns poucos que estão em grau de recurso.

Juíza Ivna Mozart

A juíza informou, ainda, que, além dos 1.878 processos digitalizados, a Vara conta com o acervo de processos já distribuídos diretamente no PJe e que não precisaram passar pela migração. 

Além de otimizar os serviços, a digitalização se mostrou fundamental, ante o contexto atual de pandemia do coronavírus e consequente trabalhos remotos em todo o Judiciário estadual. “É imprescindível, eis que permite a realização de todos os atos sem contato físico”, justificou Ivna Mozart.

A digitalização dos processos cíveis foi iniciada na Comarca em fevereiro de 2019. Já nos feitos criminais, o processo foi deflagrado em agosto de 2020, sendo concluído nesta gestão, com o incentivo do Presidente, Desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides.

A chefe do cartório de Juazeirinho, Geane Lima de Albuquerque, explicou que a metodologia usada na unidade foi separar os servidores em equipes para divisão das tarefas. “Uma equipe cuidou da higienização dos processos, outra, realizou a digitalização propriamente dita, inserindo os dados no sistema Digitaliza. Um terceiro grupo, ratificou a digitalização já no ambiente do PJe. Isso ajudou a otimizar os trabalhos”, revelou.

Para Geane, todo o trabalho foi convertido em vantagens para a Vara. “Agora, o processo é acessível às partes, independente do horário, e o serviço cartorário ficou mais eficiente. A expectativa é que o sistema seja mais operante a fim de facilitar a alimentação dos dados processuais, em especial, os de competência criminal”, analisou a servidora.

Por Gabriela Parente/Gecom-TJPB