Curso de Segurança de Autoridade capacita mais uma turma de motoristas do Tribunal de Justiça da Paraíba
Mais um grupo de motoristas do Tribunal de Justiça da Paraíba recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), a capacitação sobre Segurança de Autoridade. O curso cumpre uma recomendação da Presidência do TJPB e tem como base a Resolução nº 239/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário. A iniciativa não traz custos para o Tribunal. Nessa fase, serão capacitados 22 motoristas que trabalham com os juízes auxiliares da Corregedoria-Geral de Justiça, magistrados dos fóruns de Bayeux, Santa Rita, Mangabeira.
Segundo o assessor militar do Tribunal, coronel Gilberto Moura Santos, o curso é de fundamental importância para a categoria, pois envolve a segurança nos locais de eventos e a parte de educação e trato com a autoridade. “Na primeira etapa, a formação foi destinada aos motoristas dos desembargadores, juízes auxiliares da Presidência do Tribunal e dos fóruns da Capital. Em um terceiro momento, vamos levar esses conhecimentos aos profissionais das comarcas de Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras”, adiantou.
Quem ministra o treinamento é o major da Casa Militar do Governador do Estado, Edher Santos, especializado na área de segurança para autoridades. “O conteúdo é o mesmo da primeira etapa, com técnicas da segurança aproximada de autoridade, formação de comboios e escolta, serviço de precursão em solenidade e eventos, além de normas de conduta do motorista”, explicou.
Ainda conforme Edher Santos, o curso já foi repassado para corporações e instituições públicas de vários estados do país e para os policiais militares da Paraíba, como também para Assembleia Legislativa e algumas prefeituras municipais.
CNJ – De acordo com o artigo 2º da Resolução nº 239/2016 do CNJ, a Segurança Institucional do Poder Judiciário tem como missão promover as condições precípuas de segurança a fim de possibilitar aos magistrados e servidores da Justiça o pleno exercício de suas atribuições, e disponibilizar à sociedade brasileira uma efetiva prestação jurisdicional.
Por Fernando Patriota










