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Publicado em: 02/05/2019 - 13h20 Comarca: Pilar Tags: Audiências por meio de videoconferência

Juíza realiza quatro audiências por meio de videoconferência em comarca do interior da Paraíba

As audiências por meio de videoconferência ainda podem ser consideradas uma exceção, já que a tecnologia é direcionada para detentos que cumprem pena em presídios federais, cuja a escolta seja complexa e cause a possibilidade de resgate e para ouvir testemunhas que estejam no exterior. Nessa terça-feira (30), a juíza Higyna Josita Simões de Almeida, realizou quatro audiências utilizando esse meio. Ela é titular do 1º Juizado Auxiliar Criminal da 1ª Circunscrição da Capital e responde pelas Comarcas de Pilar e Pedras de Fogo. 

Como a magistrada estava fazendo audiência criminal em Pedras de Fogo, mas existiam outras audiências agendadas na Comarca de Pilar, resolveu realizá-las por videoconferência para que não houvesse prejuízo às partes. Todo o procedimento teve o apoio do pessoal da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) do Tribunal de Justiça da Paraíba. “A modalidade de videoconferência poderia ser mais utilizada. É um método que gera economia para os cofres públicos e evita deslocamento de juízes para outra comarca, sobretudo, aqueles que estão com substituição cumulativa”, comentou Higyna Josita.

Umas das audiências presididas pela magistrada nessa terça-feira culminou com julgamento de uma Ação de Alimentos. “O réu foi citado e intimado, mas não contestou, nem compareceu à audiência conciliatória, decretei, à revelia e prolatei a sentença arbitrando os alimentos”, explicou Higyna Josita. A audiência também contou com a participação do promotor de Justiça Fernando Cordeiro e o defensor Público Fábio da Nóbrega.

O sistema de videoconferência foi instituído pela Resolução nº 105/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Resolução nº 31/2012 do TJPB.

Por Fernando Patriota

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