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Publicado em: 10/10/2018 - 19h23 Atualizado em: 11/10/2018 - 10h15 Tags: voto de pesar

Pleno aprova Votos de Pesar pelos falecimentos dos desembargadores Sérgio Madruga e Orlando Jansen

O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária realizada na tarde desta quarta-feira (10), aprovou dois votos de Profundo Pesar de propositura do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, pelos falecimentos dos desembargadores aposentados Joaquim Sérgio Madruga e Orlando Jansen. “Dois eminentes magistrados que prestaram relevantes serviços à magistratura, sempre afáveis e com largo sorriso no rosto e de fino trato”, afirmou o presidente do TJPB. 

O desembargador Sérgio Madruga faleceu na última terça-feira (9), no Hospital da Unimed, em consequência de problemas cardíacos. Ele tinha 90 anos e deixa a viúva Dona Maria Enaura Cunha Madruga, quatro filhos, Walter, Gorete, Paulo e Solange, e dez netos e seis bisnetos.   

O desembargador Madruga nasceu em Sapé, em fevereiro de 1928 e se tornou bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas da Paraíba, em dezembro de 1955. Iniciou suas atividades como advogado da Assistência Jurídica do Município de Cruz do Espírito Santo, em fevereiro de 1956. Logo em seguida, exerceu o cargo de promotor público substituto de Umbuzeiro, nomeado em março de 1956.

Em 1957, Joaquim Madrugou ingressou na magistratura como juiz da Comarca de Bonito de Santa Fé, nomeado em 21 de outubro. Passou pelas comarcas de Cabaceiras, Queimadas, Umbuzeiro e Pedras de Fogo. Em 7 de junho de 1971, chegou a 6ª Vara Cível de Campina Grande. Neste mesmo ano, em dezembro, foi titular da 9ª Vara Cível da Capital. Em 25 de maio de 1984, ascendeu ao cargo de desembargador do TJPB.

Presidiu o Tribunal de Justiça da Paraíba de 1993 a 1994, quando teve a oportunidade de assumir o Governo do Estado, em substituição a Cícero Lucena, permanecendo de 14 de julho a 1º de agosto de 1994. Em sua administração no TJPB, fez melhoramentos em diversas dependências do Palácio da Justiça, inclusive, a revitalização do Salão Nobre.

Já o desembargador Orlando Jansen faleceu na última quarta-feira (3), na Capital, aos 93 anos de idade. Era pai do procurador de Justiça Alcides de Moura Jansen, do juiz Euler Paulo de Moura Jansen e do advogado Felizardo de Moura Jansen.

Na oportunidade, o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos também fez uso da palavra. “Eram dois grandes cidadãos que a Paraíba perdeu nesse mês de outubro”, ressaltou.  

O procurador de Justiça Alcides Jansen agradeceu o voto de pesar da Corte de Justiça pelo falecimento de seu pai, ao tempo em que se associou ao voto pela morte do desembargador aposentado Joaquim Madruga.

Por Clélia Toscano

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