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Publicado em: 08/02/2019 - 15h35 Atualizado em: 08/02/2019 - 15h36 Tags: Coordenadoria da Mulher, Coordenadoria da Mulher

Presidente do TJPB define coordenadores da Mulher em situação de Violência Doméstica e Familiar

Graziela Gadelha, Antônio Ribeiro Júnior e Ramonilson Gomes foram os nomes escolhidos por Márcio Murilo da Cunha Ramos

O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, indicou, na manhã desta sexta-feira (8), os três magistrados que comporão a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJPB: foram reconduzidos a juíza Graziela Queiroga Gadelha (João Pessoa) e Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior (Campina Grande), e indicado o juiz Ramonilson Alves Gomes (Patos), que representará a Região do Sertão. A proposta é que a Coordenadoria atue em todo o Estado, contribuindo para o aprimoramento da estrutura e das políticas do Poder Judiciário na área do combate e da prevenção à violência contra as mulheres.

Ao falar sobre as indicações, Márcio Murilo disse que precisou reestruturar a equipe, para que o órgão pudesse funcionar com três núcleos em municípios estratégicos e com capacidade de atingir o Estado como um todo. O presidente observou que a manutenção da juíza Graziela Gadelha se deve à sensibilidade da magistrada à causa e pelo “fenomenal trabalho que vem desenvolvendo na Coordenadoria”. Sobre o juiz Ribeiro Júnior, destacou, também, a atuação do magistrado com relação às questões da violência doméstica e familiar contra a mulher, em Campina Grande. E, por fim, acresceu ao grupo, Ramonilson Alves Gomes, juiz responsável por essa Vara da Violência em Patos, para fortalecer a participação na Região do Sertão. 

“Iremos formar três núcleos que coordenarão em todo o Estado essa proteção à mulher paraibana. Fiz isso e sei que o resultado será profícuo, pois são três juízes dedicadíssimos a essa missão”, ressaltou.

Ao comentar a sua recondução à Coordenadoria da Mulher, o juiz Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior disse ter recebido a notícia com alegria e responsabilidade Observou que, sendo titular do Juizado da Violência Doméstica, divide responsabilidades em busca do combate e do enfrentamento das diversas formas de violência doméstica, e na implementação de melhorias no sistema jurídico.

“Agradeço a confiança que o presidente deposita em minha pessoa e abraço esse desafio, com esperanças de que possamos desempenhar atividades que garantam o atingimento das metas que nos são destinadas. Pretendo adotar planos para que haja redução dos números dessa violência”, enfatizou. 

A juíza Graziela Gadelha disse ter se sentido honrada e com uma alegria renovada por poder continuar a trabalhar com a causa. “É uma honra e alegria poder contar com a confiança do desembargador Márcio Murilo, para continuar a trabalhar com toda a equipe, no combate à violência doméstica e familiar, com muita dedicação, carinho e cuidado que  a causa necessita e merece”, afirmou.

Ela exaltou a decisão do desembargador Márcio Murilo em estender a Coordenadoria para o Sertão, ao indicar o juiz Ramonilson Gomes. “Foi uma feliz ideia do nosso presidente, porque, de fato, o Sertão se ressentia de uma ação mais contundente, enquanto a gente, por questões estruturais, não tínhamos como chegar mais efetivamente aos nossos colegas naquela Região. E, tendo agora um integrante na Coordenadoria da Região de Patos, que já desenvolve um trabalho interessante, com cuidado e zelo na comarca onde atua, poderemos dar o suporte necessário aos colegas do Sertão”.

Já o juiz Ramonilson Gomes registrou a satisfação em compor a Coordenadoria, que tem como propósito consagrar uma das mais importantes leis surgidas no Brasil nos últimos tempos, a ‘Maria da Penha’. “Esta é uma lei de isonomia, que visa combater uma chaga social, talvez até secular, e que ainda hoje atormenta a sociedade brasileira. Busca, sobretudo, consagrar a igualdade no que se refere ao respeito e a dignidade que o ser humano ‘mulher’ conquistou nessa quadra da história. Então, a gente se engaja nisso com muita vontade e firmeza, querendo, de fato, ser um instrumento divulgador dessa ideia de igualdade e respeito à mulher”, declarou.

Por Eloise Elane

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