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Publicado em: 19/11/2019 - 17h31 Atualizado em: 19/11/2019 - 18h21 Tags: Campina Grande, Semana da Justiça pela Paz em Casa

Comarca de Campina terá mais de 120 audiências na Semana da Justiça pela Paz em Casa

Com duas salas estruturadas para a realização de 80 audiências preliminares e 48 de instrução e julgamento, além de uma equipe composta por 35 pessoas, o Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Campina Grande se prepara para participar da 15ª etapa do Programa Nacional Justiça pela Paz em Casa, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

O evento, que será realizado em mais de trinta Comarcas da Paraíba, terá início nesta segunda-feira (25) e acontece até sexta (29), onde haverá uma oficina gastronômica voltada às mulheres vítimas de violência doméstica, no encerramento das atividades em Campina Grande.

Juiz Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior

O titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campina e um dos gestores da Coordenadoria da Mulher em situação de Violência do Tribunal de Justiça da Paraíba, juiz Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior explicou que a Semana da Justiça pela Paz em Casa envolverá magistrados, promotores de Justiça, defensores Públicos, servidores, estagiários da Unifacisa, que atuarão como colaboradores, e residentes da Escola Superior da Magistratura (Esma).

“Entendo ser um programa social de suma importância para a repressão da violência doméstica, oportunidade em que o Poder Judiciário Nacional se dedica às causas de combate e enfrentamento à violência doméstica, priorizando julgamentos de ações dessa natureza, além de julgamentos de feminicídios”, ressaltou o magistrado Antônio Ribeiro Júnior, ao se referir ao evento proposto pelo CNJ.

No Estado - Na Paraíba foram agendadas mais de 550 audiências e quatro júris de feminicídios. Na Capital, a Semana da Justiça pela Paz em Casa ocorrerá no Fórum Criminal (Centro), com abertura prevista para 13h30, e contará com a exposição “Armas Brancas do Medo – desnaturalizar é preciso”, com armas brancas que integram processos de violência doméstica.

Por Lila Santos/Gecom-TJPB
 

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