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Publicado em: 29/03/2016 - 18h04 Atualizado em: 21/06/2017 - 14h18 Tags: DITEC, Tecnologia, CNJ

Equipe de TI do TJPB fica em 3º lugar na Maratona PJe do CNJ

Os premiados ao lado dos ministros Lewandowski e Nancy andrighi

Uma equipe de servidores da área de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça da Paraíba ficou em 3º lugar na Maratona PJe – evento promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a fim de mobilizar profissionais de TI de tribunais de todo o país a apresentarem melhorias à versão 2.0 do Processo Judicial Eletrônico (PJe). O resultado da maratona foi divulgado no CNJ nesta terça-feira (29), com a premiação dos cinco primeiros colocados.

A cerimônia contou com a presença do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, e da corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi.

O 3º lugar foi dividido também com a equipe que apresentou o PJeMobile, numa parceria entre os Tribunais de Justiça de Rondônia (TJRO), Paraíba (TJPB) e Pernambuco (TJPE).

Um total de 40 propostas foram apresentadas inicialmente ao CNJ por equipes de TJ's de todo o país, das quais 19 chegaram à última etapa. A equipe paraibana apresentou quatro projetos desenvolvidos apenas por servidores do TJPB e participou também na elaboração de duas propostas apresentadas por tribunais de outros Estados.

“PJE NOTIFICA” – Os servidores do TJPB foram premiados pelo desenvolvimento do Projeto “PJe Notifica” – um aplicativo para que advogados, defensores, procuradores e usuários do PJe sejam notificados via smartphones, tablets e outros dispositivos móveis, a respeito de citações/intimações nos processos eletrônicos dos Estados onde eles atuam.

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Ney Robson Medeiros, o aplicativo também possibilita aos usuários dar ciência das notificações e agendar prazos. “O aplicativo deverá ser colocado em produção em pouco tempo. Trata-se de uma ferramenta importante, sobretudo para a advocacia, pois reúne as intimações dos processos judiciais eletrônico de tribunais variados de todo o país”, disse.

Representando o TJPB, participaram da Maratona os servidores Luciano Carvalho de Medeiros Júnior, Alberto Marcus Risucci, Herbet Ferreira Rodrigues, Samuel de Aguiar Rodrigues, Daniel Ayres de Melo, Halisson Judson de Matos Torres, José Teixeira de Carvalho Neto, Marcello Galdino Passos, Raphael de Almeida Porto e Isac Gonçalves de Almeida.

OUTROS PROJETOS – O diretor Ney Robson explicou também que o segundo projeto desenvolvido pela equipe paraibana e que chegou à etapa final do evento – Visualizador de Documentos PJE – permite consulta e leitura de todos os documentos relativos a um determinado processo no qual o interessado tenha sido citado ou intimado, permitindo inclusive o download desses documentos como um PDF único.

Em outros dois projetos houve, ainda, a participação de integrantes do TJPB em propostas apresentadas por outros Estados. Um, visa à digitalização de processos físicos e conversão para o PJe ; o outro, também um aplicativo de notificações.

“Os tribunais estão investindo no PJe. É um projeto relevante para a Justiça do Brasil. O PJe tem potencialidade de crescer e e será sempre um programa em plena evolução. Em pouco tempo, assumirá o papel de protagonista em qualquer investimento voltado à celeridade judicial”, avaliou o diretor Ney Robson.

MARATONA PJE – O A Maratona PJe foi lançada com a Portaria 156, em novembro de 2015, e a seleção das propostas começou em janeiro de 2016. Depois das validações dos projetos pelo CNJ, as equipes fizeram as implementações necessárias até chegarem às versões finais, apresentadas nessa segunda-feira (28).

Cada equipe teve 15 minutos para apresentar os projetos, com ordem estabelecida por sorteio, e todos os participantes receberam medalhas de mérito. Os projetos envolveram aspectos como mobilidade, inteligência, automação, eficiência, simplificação de etapas, segurança, economia e produtividade.

Os três primeiros lugares foram premiados pelo CNJ, respectivamente, com um Macbook pro, um iPad e um smartphone.

O primeiro lugar foi concedido ao projeto PJe Dash – Gestão à Mão, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), e a segunda colocação ficou com o projeto MiniPac, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Recebeu menção honrosa o projeto Business Intelligence para indicadores de produtividade no PJe, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRF2).

Por Gabriela Parente

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