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Publicado em: 15/08/2017 - 15h11 Tags: Convênio

UEPB formaliza pedido ao presidente do TJPB para transferência de acervo processual histórico do Judiciário

O Pres. Joás de Brito com os professores da UEPB

O acervo processual histórico do Tribunal de Justiça da Paraíba, dos séculos XVII, XVIII, XIX e anteriores, poderá ser transferido para o Núcleo de Pesquisa e Extensão em História Local (NUPEHL) da Universidade Estadual da Paraíba. O pedido formal para a transferência foi feito pela coordenadora do NUPEHL, professora Luíra Freire Monteiro, e pelo professor Flávio Carreiro de Santana ao presidente do TJPB, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, na manhã desta terça-feira (15). Para isso, deverá ser firmado um convênio entre as duas instituições.

Ao formalizar o pedido, a professora Luíra Freire explicou ao desembargador-presidente que a UEPB tem Núcleos de Pesquisas Locais, que já vêm desenvolvendo um trabalho nas comarcas de Pombal, Alagoa Nova, Sumé e Areia. “Assim que o Tribunal de Justiça autorizar a transferência desse acervo documental, começaremos o trabalho imediatamente. Temos 25 alunos ligados a esses núcleos, que farão a higienização dos processos, bem como deverão digitalizá-los, catalogá-los para, em seguida, serem colocados à disposição para pesquisa, em local adequado”, declarou.

Ela acrescentou que, com o professor Flávio, coordena um Núcleo de Pesquisa em História Local dos municípios da Paraíba sobre cultura, economia e política. “Todas essas matérias estão inseridas nesses processos judiciais, que é o que nos interessa e o que nós queremos do Tribunal de Justiça”, enfatizou.

Mostrando-se receptivo em relação à proposta, o presidente do Tribunal de Justiça determinou aos setores competentes que procedam as diligências necessárias para viabilizar o convênio entre a UEPB e o TJPB, a fim de possibilitar a transferência do acervo.

“Da maneira como foram colocados os objetivos da transferência do nosso acervo processual histórico pelos professores Luíra e Flávio, temos todo interesse em firmar o convênio, para que possamos preservar e guardar, adequadamente, esse material que tem tanto valor histórico”, afirmou Joás de Brito.

O professor Flávio Santana, um dos coordenadores dos trabalhos de pesquisa desenvolvidos no Fórum de Pombal, disse que para os historiadores não existem alguns processos históricos, mas todos eles são história.

 

Por Eloise Elane

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